segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Na borda

Eu abri as suas pálpebras, com o indicador e o dedão, para mirar os olhos castanhos e ter certeza que nos veríamos embriagados somente daqui a cinco dias.
Não somente isso;
era também para entender as suas íris sem consciência, tentando recobrar a realidade.
O que eu creio ser bom...
Afinal a vivacidade em seu outro olho nervoso pulava.

Não podemos durar para sempre fazendo do modo que estamos por exemplos óbvios,
embora gênias.

Potência meu caro...

E é tu quem dizes, sem frases para completar títulos como alguns filósofos.
Vamos nos vitimizar até quando?

Tenho dito.





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