sábado, 14 de março de 2015

Humano, demasiado humano

Me apontaram Niilista! 
Repensei, sou mesmo...
Confesso que fiquei com certo medo quando me dei conta. Sentada frente a frente hoje com um Professor de Filosofia falando sobre "ismos", pude ter certeza; embora negasse a existência dessa realidade em mim.
Não, não foi porque li Nietzsche demais, ao contrário, o li mesmo muito, porque me identifiquei por completo. Tocou meu coração, e foi a única vez que me senti compreendida. Como eu, subiu ao cume e viu todos de cima sem deixar infectar-se pela segunda vez com credulidades.
Por ser espírito livre há considerações de loucura.
Eu lamento por todos vocês...
É por isso que sou tão triste, por piedade.



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